O que mudou no comportamento do viajante nos últimos anos

O comportamento do viajante passou por transformações profundas nos últimos anos. Mudanças econômicas, tecnológicas, sociais e emocionais redefiniram a forma como as pessoas planejam, compram e vivenciam viagens. Para agentes de viagem, entender esse novo cenário deixou de ser um diferencial e passou a ser uma necessidade estratégica.

Hoje, vender viagens exige mais do que conhecimento de destinos. Exige leitura de contexto, escuta ativa e capacidade de adaptação. O comportamento do viajante moderno não é o mesmo de cinco ou dez anos atrás — e quem insiste em abordagens antigas tende a perder competitividade.

Neste conteúdo, você vai entender em profundidade o que mudou no comportamento do viajante, quais são os novos gatilhos de decisão, como isso impacta as vendas e, principalmente, como o agente pode usar essas mudanças a seu favor.

O viajante deixou de comprar viagens e passou a comprar experiências

Uma das mudanças mais evidentes no comportamento do viajante é a troca do foco no destino pelo foco na experiência. Antes, o cliente dizia “quero ir para Paris”. Hoje, ele diz “quero viver algo especial”, “quero descansar de verdade” ou “quero uma viagem que valha o investimento”.

O destino continua sendo importante, mas não é mais o centro da decisão. O comportamento do viajante atual é orientado por sensações, expectativas e resultados emocionais. Isso muda completamente a forma de apresentar um roteiro.

Para o agente, isso significa sair do discurso técnico e entrar no discurso experiencial. Vender o que a pessoa vai sentir, não apenas para onde ela vai.

O comportamento do viajante ficou mais racional — e mais exigente

Ao contrário do que muitos pensam, o viajante não ficou apenas mais impulsivo com as redes sociais. Ele ficou mais racional. Pesquisa mais, compara mais, questiona mais.

O comportamento do viajante moderno envolve:

  • comparação de preços em diferentes canais
  • leitura de avaliações e relatos reais
  • busca por provas sociais
  • preocupação com riscos e imprevistos
  • análise do custo-benefício

Isso não significa que ele quer apenas o mais barato. Significa que ele quer entender por que está pagando determinado valor. O agente que domina argumentos claros, transparentes e consistentes se destaca nesse novo comportamento do viajante.

A segurança se tornou um fator decisivo

Outro ponto central na mudança do comportamento do viajante é a valorização da segurança. Segurança financeira, segurança sanitária, segurança logística e segurança emocional.

Hoje, o cliente pergunta:

  • E se algo der errado?
  • Quem me ajuda?
  • Como funciona o suporte?
  • Posso remarcar?
  • Tenho assistência durante a viagem?

Esse comportamento do viajante favorece agentes que trabalham com operadoras sólidas, fornecedores confiáveis e estrutura de suporte. O improviso perdeu espaço. A confiança virou moeda.

O viajante quer personalização, não pacotes genéricos

O comportamento do viajante atual rejeita soluções engessadas. Pacotes prontos ainda existem, mas precisam ser adaptáveis. O cliente quer sentir que a viagem foi pensada para ele.

Personalização não significa luxo extremo. Significa ajuste fino:

  • ritmo da viagem
  • tipo de hospedagem
  • experiências alinhadas ao perfil
  • equilíbrio entre descanso e passeio
  • adequação ao orçamento real

Quando o agente entende o comportamento do viajante, consegue montar propostas mais assertivas, mesmo sem alterar drasticamente o custo final.

O viajante valoriza mais o tempo do que o dinheiro

Uma das transformações mais estratégicas no comportamento do viajante é a valorização do tempo. O cliente aceita pagar mais para perder menos tempo, evitar filas, reduzir deslocamentos cansativos e minimizar erros.

Isso abre espaço para vendas de maior valor agregado, como:

  • traslados privativos
  • roteiros mais bem distribuídos
  • conexões aéreas mais confortáveis
  • hotéis bem localizados
  • experiências guiadas

O comportamento do viajante mostra que “economizar tempo” virou um argumento de venda tão forte quanto “economizar dinheiro”.

O processo de decisão ficou mais emocional

Mesmo com mais racionalidade, o comportamento do viajante continua profundamente emocional. A diferença é que a emoção agora precisa ser justificada.

O cliente decide pela emoção, mas valida pela lógica. Ele quer sentir que aquela viagem faz sentido naquele momento da vida.

Por isso, perguntas como:

  • Por que agora?
  • O que essa viagem representa?
  • Qual problema ela resolve?

São essenciais no atendimento. O agente que entende o comportamento do viajante conduz melhor a conversa e aumenta as chances de fechamento.

O viajante está mais consciente do próprio perfil

O comportamento do viajante também mudou porque ele se conhece melhor. Hoje, o cliente sabe se prefere conforto ou aventura, cidade ou natureza, viagens longas ou escapadas curtas.

Isso facilita o trabalho do agente, desde que ele saiba ouvir. Em vez de empurrar destinos, o foco deve ser traduzir desejos em soluções viáveis.

Quanto mais o agente respeita o comportamento do viajante, mais confiança ele gera.

A jornada de compra ficou mais longa e fragmentada

Antes, o cliente procurava o agente e fechava. Hoje, o comportamento do viajante envolve múltiplos contatos, pausas, comparações e retomadas.

Ele pode:

  • pedir orçamento
  • sumir por semanas
  • voltar com novas dúvidas
  • ajustar datas
  • mudar de destino

Isso não é desinteresse. É parte do novo comportamento do viajante. O agente precisa ter paciência, estratégia de acompanhamento e comunicação consistente.

O viajante confia mais em especialistas do que em plataformas

Apesar do crescimento das plataformas online, o comportamento do viajante mostra uma revalorização do especialista. Quando a viagem é simples, ele resolve sozinho. Quando é complexa, busca ajuda.

Viagens internacionais, roteiros personalizados, múltiplos destinos e viagens premium favorecem o agente consultivo. O comportamento do viajante indica que confiança pesa mais do que autonomia nesses casos.

Leia: planejar uma viagem sem gastar muito

O viajante quer transparência total

Taxas ocultas, letras miúdas e promessas vagas não funcionam mais. O comportamento do viajante moderno exige clareza:

  • o que está incluso
  • o que não está
  • quais são as regras
  • quais são os riscos

Agentes que trabalham com operadoras organizadas conseguem atender melhor esse novo perfil e evitam ruídos no pós-venda.

O pós-venda passou a fazer parte da experiência

O comportamento do viajante não termina no fechamento. Ele avalia toda a jornada: atendimento, suporte, resolução de problemas e acompanhamento.

Um bom pós-venda gera recompra, indicação e autoridade. Um pós-venda ruim anula uma boa venda. O agente que entende isso constrói relacionamento, não apenas faturamento.

Como o agente pode se adaptar a esse novo comportamento do viajante

Diante de todas essas mudanças, algumas ações são fundamentais:

  • atuar como consultor, não como cotador
  • fazer perguntas estratégicas
  • justificar valor, não apenas preço
  • trabalhar com parceiros confiáveis
  • oferecer segurança e suporte
  • personalizar sem complicar
  • educar o cliente durante o processo

O comportamento do viajante favorece profissionais preparados, organizados e bem assessorados.

O papel da operadora nesse novo cenário

Com o comportamento do viajante mais exigente, a operadora ganha ainda mais relevância. Ela oferece estrutura, negociação, suporte, conhecimento técnico e segurança.

Para o agente, contar com uma operadora forte significa:

  • mais confiança na venda
  • menos risco operacional
  • mais tempo para focar no cliente
  • maior capacidade de personalização

O comportamento do viajante exige bastidores sólidos.

Conclusão: quem entende o viajante vende mais e melhor

O comportamento do viajante mudou — e vai continuar mudando. Agentes que resistem a essa transformação tendem a perder espaço. Já aqueles que observam, se adaptam e ajustam sua abordagem constroem relações mais duradouras e vendas mais rentáveis.

Entender o comportamento do viajante não é apenas uma questão de marketing. É uma estratégia de sobrevivência e crescimento no turismo atual.

Para estruturar vendas mais alinhadas ao novo perfil do consumidor e contar com suporte completo em cada etapa, basta entrar em contato com a Schultz Operadora.

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